Último dia de simpósio que reuniu representantes dos povos originários e comunidades tradicionais se concentrou na escuta social da juventude
A atividade busca construir uma carta para evidenciar violações que começam muito cedo na vida dos jovens e direitos negados, e procurar formas de mudar uma realidade difícil para populações vulneráveis
Brasília, 16/12/2022 - O último dia do III Simpósio Nacional e II Internacional “ Indígenas, Negros/as, Quilombolas e Religiosos/as de Matriz Africana: Decolonialidade e Dívidas Históricas do Estado Brasileiro nos 200 anos da Independência” , foi marcado pela escuta social da juventude. A abertura foi feita com apresentações para o grupo se conhecer melhor e com uma atividade de reconhecimento. Na dinâmica, os participantes falaram de suas vivências, quem já sofreu racismo, preconceito, assédio moral, intolerância religiosa, entre outras práticas excludentes e discriminatórias.