MPT e Unicamp celebraram acordo para desenvolver projeto “Trabalho Sem Assédio”, que consiste em educar a sociedade sobre como enfrentar o assédio e a discriminação no local de trabalho
Campinas (SP), 05/06/2024 - O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) celebraram nessa terça-feira (4) um Termo de Cooperação Técnica para o desenvolvimento e implementação de um aplicativo e de um website do projeto “Trabalho Sem Assédio”, que consistem em ferramentas educativas para combater a violência e os assédios moral e sexual no trabalho.
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Durante o encontro tradicional desses povos originários, o procurador do Trabalho Paulo Douglas Almeida de Moraes evidenciou a importância de medidas preventivas e da colaboração entre as lideranças indígenas e as autoridades para erradicar abusos na contratação de trabalhadores
27/05/2024 - Na última sexta-feira (24), o coordenador regional da Coordenadoria de Combate ao Trabalho Escravo (Conaete) do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS), procurador Paulo Douglas Almeida de Moraes, esteve presente na tradicional reunião dos povos Guarani-Kaiowá, a Grande Assembleia Aty Guasu, realizada este ano no município de Dourados. Em sua intervenção, Moraes deu continuidade aos diálogos iniciados em uma reunião prévia na sede do MPT em Campo Grande, ocorrida na semana passada com lideranças indígenas do sul do estado.
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Valores são oriundos da atuação do órgão em todo o Brasil desde o início da crise climática
Brasília (DF), 24/05/2024 - O Ministério Público do Trabalho (MPT) em todo o Brasil destinou na última semana R$ 3,5 milhões para o auxílio emergencial às vítimas das enchentes que assolam o Rio Grande do Sul desde os primeiros dias do mês. Ao todo, a instituição já reverteu R$ 25.587.524,43 em recursos oriundos de sua atuação para os esforços de reconstrução do estado.
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A iniciativa realizada em Amambai, Coronel Sapucaia e Paranhos busca não apenas melhorar a resposta imediata às situações de trabalho análogo à escravidão, mas também criar uma rede de colaboração interinstitucional robusta, essencial para o enfrentamento deste problema histórico e profundamente enraizado na cultura do estado
24/05/2024 - Cansados, desorientados, perdidos em relação ao futuro. Esse é o cenário psicossocial de quem sobreviveu durante meses, até mesmo anos, em condições degradantes de trabalho, longe do apoio, da vigilância e de qualquer ajuda que poderia ter aliviado seu sofrimento. Esses trabalhadores, submetidos a um regime de exploração análogo à escravidão, muitas vezes se sentem menos que humanos, com suas identidades corroídas pelo constante abuso. Eles são assombrados por traumas profundos, presos em um ciclo de desesperança e submissão, enraizado em suas próprias mentes. Em outro contexto, há também aqueles que, tendo herdado a escravidão dos seus antepassados e nascido nessa condição, sequer percebem que são escravos. Torna-se essencial, além do resgate físico, oferecer também o apoio psicológico, proporcionando-lhes o acompanhamento necessário para que possam reconstruir suas vidas com dignidade.
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